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Outubro 24, 2010
De sofrimento arredio, fechado e calado, do sofrimento constante e hipóteses, de contrastes de sentimentos isolados sem direção concreta e nem direção correta para seguir, minha abstinência é muda, sem matéria e de constante indagação, eu morro, eu me quebro em pedaços sofrendo por algo que não posso tocar,não tem concerto, algo constante de extrema frieza e falta de calculismo.
Me acho perdido, calaro, mas não me fala nada sobre a idade não, nem sobre seu tempo de vivência, seus costumes são diferentes, minha “problemácia” é sem fim, seu espelho com reflexos diferente e minha vida acalentada em uma desilusão sem fim.