jogo!
Fevereiro 11, 2010
Criar admiração por alguém, ao mesmo tempo se perder por dentro de você mesmo com perguntas que você jamais pensou em fazer para si próprio, procurar significados de palavras apenas para ter a confirmação do que você achava ser a verdade, parado sobre a tela você ainda espera que não seja nada daquilo que pensa, você sofre por ser sentimentalista demais, você sofre por não entender pensamentos “pensados” e chora por realmente não entender o “entender”.
Eu posso estar do lado errado, no lugar errado, por esperar ações demais dos lados opostos, que eu não terei mais, por pensar demais e ver as coisas de maneiras e lados completamente opostos, do oposto, mas querendo ou não existem limites de sobrevivência, cheguei no máximo dele, pode-se dizer que de um jogo, mas que você mesmo criou e por não saber lidar com a maior parte dele, ele acaba te matando, você começa perder vidas mesmo sem querer, e volta a parte do não entender.
Eu paro, respiro, mas na realidade eu me pergunto como o jogo que eu criei eu não sei jogar? Eu fui o criador, mas por pensar demais nos pensamentos das pessoas, por ser sentimentalista demais sobre isso, parece que eu não consigo passar de fase, e em lágrimas novamente eu tenho medo de perder, de deixar pra trás, mas que talvez essa perda seja de certa forma um crescimento, porque parece que cortaram as minhas asas, e a cada dia que passa eu começo a sentir é que estão me enterrando no chão, não me deixando mais voar, ou ao menos tentar.
Eu dei chance, eu aprendi a esperar, eu acho que ainda espero, mas acho que já tivemos tempo demais para isso, eu acho que o reconhecimento de certa forma vem muito devagar, eu não vejo mais como era antes, mas eu na realidade tenho medo de não querer mais, e de achar tudo tarde demais.
O jogo ainda esta rodando, eu mais uma vez fui jogado no chão, por ações pequenas, mas que pra mim fazem toda a diferença, e a parte de Deus? Eu acho que não devo perguntar mais nada a ele.